Éliton Pires, Técnico Agrícola com 21 anos de atuação no Instituto Federal Catarinense – Campus Santa Rosa do Sul, vive uma trajetória que alia experiência prática no campo à pesquisa científica de alto nível. Atualmente cursando o Doutorado em Desenvolvimento Socioeconômico pela UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense, ele desenvolve uma pesquisa centrada no desenvolvimento rural, na história de empresas e no cooperativismo, temas diretamente ligados à realidade dos agricultores catarinenses e brasileiros e ao cotidiano dos técnicos agrícolas que atuam nesses territórios.
Em agenda institucional realizada na Assembleia Legislativa de Goiás, o presidente do Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA), Mario Limberger, acompanhado dos técnicos agrícolas Wilson Nascimento de Oliveira, Douglas Alves de Almeida Cardoso e João Antônio Mendonça, participou de audiência com o deputado Issy Quinan, vice-presidente da Assembleia Legislativa. Na ocasião, foram apresentadas propostas para a atualização da Lei Estadual nº 19.423/2016 — conhecida como a lei dos agrotóxicos — que estabelece diretrizes para a defesa sanitária animal e vegetal no estado.
A área de atuação do Técnico Agrícola na Execução de Projetos Agropecuários representa uma das frentes mais completas e estratégicas da profissão. Esses profissionais estão habilitados a participar diretamente do planejamento, implantação, acompanhamento e avaliação de sistemas produtivos no meio rural.
A formação de novos profissionais e a construção de soluções para o setor agropecuário têm avançado de forma integrada em Rondônia. Nesse cenário, o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA) e a FENATA reconhecem a atuação do Sistema FAPERON/Senar, que alia qualificação técnica e articulação institucional em benefício do campo.
O Termo de Responsabilidade Técnica (TRT) é um dos principais instrumentos que formalizam o exercício da profissão de técnico agrícola. Mais do que uma exigência administrativa, o documento cumpre a função de identificar o profissional responsável por determinado serviço e registrar, de forma oficial, as atividades que estão sob sua supervisão técnica.
Mais uma conquista para os técnicos agrícolas. Decreto editado recentemente pelo governo federal, através do MAPA, acaba com restrições ao exercício da profissão e beneficia a cadeia do agronegócio. A edição da medida é resultado dos esforços do Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas (CFTA) e da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (FENATA) em defesa do fortalecimento da categoria, garantindo a liberdade do exercício profissional, tão acentuado nas disposições da nossa Constituição.
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